14 julho 2007

Processo criativo

Xícara a xícara, vai se disseminando, transcorrido através de pensamentos, alucinações, alucinógenos, as páginas frustradas de mais uma tentativa, aflita, daquele que fora chamado de promissor, futuro garantido.

Passou-se mais um dia, mais páginas, mais café, e só algumas linhas, muito sofrimento, pouco a ser dito, nada exprimido, sua alma já calma demais, sem inquietações da juventude. Era agora maduro, e toda aquele sede por conehcimento, que o fazia explodir, escrever, não mais.

Nas drogas, nas viagens e nos livros, procurou do nobre ao mais fétido, pouco se fez útil. Havia ao menos esperança, ao menos.

Quem sabe um amor, uma paixão.

Foi o que fez, procurou em corpos, quenturas adormecidas, amores comprados, pagos, ora conquistados, sua salvação, divina salvação, toda a podridão o faria ressurgir das cinzas, como fênix -assim como sabem, por mais chavão que o pareça, foi assim.


Fábio Polido
13/07/07

2 comentários:

Raquel disse...

uow...muuito expressivo...nem sei o que dizer..mas temo que já esteja dito...por isso...sem mais.
Raquel.

Anônimo disse...

nya eu gostei POlido. Achei o ritmo mt bom.
XD e ainda eu ajudei a fazer. Foi uma frase só. O merito td é seu
bjs
continue escrevendo