24 fevereiro 2007



"Ah sim, pode falar, é que de olhos fechados eu interpreto melhor, e o ronco, esse aí é só mais um dos meus charmes, quase um ronronado"

23 fevereiro 2007


Família, família

Acordou atordoado sem saber onde estava e se estava mesmo em algum lugar? Se estava, ele não sabia, o que sabia é que acordara e não se mexia, não podia sair dali ou daqui, nem ao menos podia pensar no que tentar.
Mas pensou na sua família, isso é, se tivesse uma, mas já que tinha pensado. Devia ser daquelas normais, com mãe pai e talvez irmãos, mas lá ainda estava, parado, deitado.

O telefone toca.............

Seu corpo se levantou num estímulo nervoso, algo que sem sombra de dúvida não fora comandado, mas foi lá e atendeu, não era ninguém, ou era e ele já não mais ouvia?
Gritou, tudo estava bem, o problema devia ser na fiação, ou nos fios de dentro do telefone.
Agora que já conseguia se levantar, e pensar, tentou identificar o lugar, mas a ele só vinham duas imagens, sua cama e o telefone vermelho, que ficava numa espécie dum ou de uma banqueta, onde tudo era muito claro, pois era de manhã e a janela não omitia o fato.
Estavam lá banqueta, janela e telefone, durante algum tempo foi o que pode ser visto, até que enfim alguém entrou:
-Não vai comer não Marlyson? O ônibus sai em meia hora....

Haha
Ah essa neblina toda sobre mim, nem me conforta, nem me agrada, só me mantém aqui.

"Olha o bonde fum fum"