26 março 2007
10 março 2007
Construtivo/destrutivo
É inexplicável o modo como as vezes nos sentimos inexplicáveis,
descartáveis, e como diria um célebre professor, três exemplos caem bem
melhor em uma sentença, então aí vai: ajoelhados.
Esse estado de naúsea das três da matina, nos embate por dentro, e é
extremamente devastador, toda essa fúria reprimida que muitas vezes não
encontra lados nem expoentes a multiplicarem se em reações, é também
extremamente destrutivo/construtivo, na ordem dos fatos.
Tantos processos criativos, caminhos adversos, será que as pessoas
andam pensando. Chego a sentir pena que a arte de pensar tenha sido
fracionada e tida como um joguete do pós-modernismo.
Assim como não tantos outros, não almejo a futuros revolucionários, ou
reações dignas de uma cobertura televisiva em horário nobre.
Espero realmente que esse estado nauseante de se estar ajoelhado, abra
em minha mente novos caminhos, liberdade de um modo cabaçal com que
vejo as coisas.
É inexplicável o modo como as vezes nos sentimos inexplicáveis,
descartáveis, e como diria um célebre professor, três exemplos caem bem
melhor em uma sentença, então aí vai: ajoelhados.
Esse estado de naúsea das três da matina, nos embate por dentro, e é
extremamente devastador, toda essa fúria reprimida que muitas vezes não
encontra lados nem expoentes a multiplicarem se em reações, é também
extremamente destrutivo/construtivo, na ordem dos fatos.
Tantos processos criativos, caminhos adversos, será que as pessoas
andam pensando. Chego a sentir pena que a arte de pensar tenha sido
fracionada e tida como um joguete do pós-modernismo.
Assim como não tantos outros, não almejo a futuros revolucionários, ou
reações dignas de uma cobertura televisiva em horário nobre.
Espero realmente que esse estado nauseante de se estar ajoelhado, abra
em minha mente novos caminhos, liberdade de um modo cabaçal com que
vejo as coisas.
02 março 2007
Heterônimos.
Álvaro de Campos
Lisbon Revisited
(l923)
NÃO: Não quero nada.
Já disse que não quero nada.
Não me venham com conclusões!
A única conclusão é morrer.
Não me tragam estéticas!
Não me falem em moral!
se desejarem ler o resto : http://www.revista.agulha.nom.br/facam15.html é que pra postar dá trabalho!
01 março 2007
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